null

NOSSAS SUÍTES

A partir de elementos que evocam a transcendência das sensações pela fantasia, com uma decoração hipnotizante, uma iluminação mística e uma variedade de serviços de alta qualidade, buscamos o melhor para os nossos hóspedes.
null

Nossos Serviços

Decoração personalizada, atendimento de qualidade e discrição, e vários serviços de alta qualidade para que você tenha cada vez mais prazer em nos visitar. Nosso empenho é em oferecer o melhor em conforto, discrição e prazer para os nossos hóspedes.

Confira nosso cardápio

null

Galeria

Confira fotos de algumas de nossas suítes
null

DICAS ÚTEIS

Tanto quem faz quanto quem recebe sexo oral pode estar sujeito a contrair doenças sexualmente transmissíveis (DST) se não houver proteção. Na prática do sexo oral no parceiro, a camisinha continua sendo a melhor forma de prevenção. Apostar em preservativos com sabor, comuns em farmácias e sex shops, podem ser uma boa opção.

Depois do sexo anal, é preciso trocar a camisinha. Caso contrário, as bactérias que habitam o ânus podem ser transportadas, por exemplo, para a vagina, causando assim infecções. É válido ressaltar que sexo anal é, das práticas sexuais, a que mais oferece risco de contaminação com as DST. Isso porque a prática anal costuma causar pequenas lesões, às vezes até imperceptíveis, na região do ânus.

Fazer a higienização diária das partes íntimas diminui o risco de disseminar infecções como fungos e bactérias, que causam corrimentos e coceiras. Não tem segredo, um bom sabonete e água corrente já faz uma grande diferença.

A depilação total na região pubiana deixa o local sensível à penetração de fungos e bactérias. A área em questão, consequentemente, pode ser mais sensível às diversas formas de DST, que aproveitam essa porta de entrada para entrar no organismo. Essa região [íntima] já é suscetível a bactérias agressivas, mas a depilação pode abrir espaço para contaminação de doenças sexuais. A dica é fazer tudo com bom senso, deixando, assim, poucos pelos nas partes íntimas.

null

Contato