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NOSSAS SUÍTES

A partir de elementos que evocam a transcendência das sensações pela fantasia, com uma decoração hipnotizante, uma iluminação mística e uma variedade de serviços de alta qualidade, buscamos o melhor para os nossos hóspedes.

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DICAS ÚTEIS

Tanto quem faz quanto quem recebe sexo oral pode estar sujeito a contrair doenças sexualmente transmissíveis (DST) se não houver proteção. Na prática do sexo oral no parceiro, a camisinha continua sendo a melhor forma de prevenção. Apostar em preservativos com sabor, comuns em farmácias e sex shops, podem ser uma boa opção.

Depois do sexo anal, é preciso trocar a camisinha. Caso contrário, as bactérias que habitam o ânus podem ser transportadas, por exemplo, para a vagina, causando assim infecções. É válido ressaltar que sexo anal é, das práticas sexuais, a que mais oferece risco de contaminação com as DST. Isso porque a prática anal costuma causar pequenas lesões, às vezes até imperceptíveis, na região do ânus.

Fazer a higienização diária das partes íntimas diminui o risco de disseminar infecções como fungos e bactérias, que causam corrimentos e coceiras. Não tem segredo, um bom sabonete e água corrente já faz uma grande diferença.

A depilação total na região pubiana deixa o local sensível à penetração de fungos e bactérias. A área em questão, consequentemente, pode ser mais sensível às diversas formas de DST, que aproveitam essa porta de entrada para entrar no organismo. Essa região [íntima] já é suscetível a bactérias agressivas, mas a depilação pode abrir espaço para contaminação de doenças sexuais. A dica é fazer tudo com bom senso, deixando, assim, poucos pelos nas partes íntimas.